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domingo, 4 de julho de 2010

Cavaleiro medieval

Do caderno de desenhos do meu filho Pedro.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Fierro no Brasil - Carajo!


Taí uma notícia bacana.

Em meio ao marasmo e às parcas novidades editoriais nas bancas brasileiras, eis que a Zarabatana, do prezado editor Claudio Martini, anuncia a publicação da prestigiada e histórica revista argentina Fierro no Brasil!

A Fierro marcou a história dos quadrinhos argentinos nos anos 80, ao publicar autores como Muñoz, Fontanarrosa, Leo Durañona, El Tomi, Carlos Nine, Max Cachimba e outros. Extinta em 1992, a revista resurgiu nos anos 2000, mesclando alguns dos antigos autores com novidades como Liniers (que assina a capa do número 1 brasileiro), Salvador Sanz e Juan Saens Valiente.

A Fierro será semestral, sairá em formato de álbum, e trará alguns autores brasileiros em seu conteúdo. O número 1 (pela capa dá para ver) trará Adão Iturrusgarai e Fabio Zimbres.


O crédito da boa notícia é todo do jornalista Paulo Ramos, que anuncia o lançamento e dá maiores detalhes em seu Blog dos Quadrinhos.

Abaixo algumas Fierro que eu tenho por aqui:


quinta-feira, 3 de junho de 2010

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Um dia uma morte - Storyboard

Em 2007, eu e o Piero Bagnariol publicamos, pela Coleção 100% Quadrinhos, o álbum Um Dia Uma Morte.

Dentre outras experiências, a HQ, de 88 páginas, serviu para que eu percebesse o quão difícil é criar um roteiro longo.

Mas eu fiquei bastante satisfeito com o resultado, e acho que o Piero também. É uma história bem amarrada e fluente, com poucos furos. E acho que isso se deve à minha insistência em trabalhar com storyboard - o que facilitou as coisas especialmente para o desenhista.








quinta-feira, 27 de maio de 2010

Golden Axe

Desenhos do meu filho Pedro: o viking de Golden Axe.


terça-feira, 18 de maio de 2010

Quadrinhos, mercado e negócios

Aos de Sampa: vai lá!



Na boemia


Hoje, 18 de maio de 2010, eu completo honrosos e exatos 38 dias sem bebida. Um recorde. Por pouco eu não diria que merece ser comemorado com champanhe. Vamos ver quanto tempo mais vai durar essa brincadeira sem sal.

Coincidência, ontem mesmo o Laz, amigo cartunista desta e de outras épocas, me mandou uma história que fizemos, ele escrevendo e eu desenhando, ainda em meados do século passado.

A história não tem muito pé nem cabeça, mas se analisada sob um olhar arqueológico, tem lá o seu valor. Eis a primeira página (dei uma limpadinha nela para não queimar demais o filme).