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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Um dia uma morte - Storyboard

Em 2007, eu e o Piero Bagnariol publicamos, pela Coleção 100% Quadrinhos, o álbum Um Dia Uma Morte.

Dentre outras experiências, a HQ, de 88 páginas, serviu para que eu percebesse o quão difícil é criar um roteiro longo.

Mas eu fiquei bastante satisfeito com o resultado, e acho que o Piero também. É uma história bem amarrada e fluente, com poucos furos. E acho que isso se deve à minha insistência em trabalhar com storyboard - o que facilitou as coisas especialmente para o desenhista.








quinta-feira, 27 de maio de 2010

Golden Axe

Desenhos do meu filho Pedro: o viking de Golden Axe.


terça-feira, 18 de maio de 2010

Quadrinhos, mercado e negócios

Aos de Sampa: vai lá!



Na boemia


Hoje, 18 de maio de 2010, eu completo honrosos e exatos 38 dias sem bebida. Um recorde. Por pouco eu não diria que merece ser comemorado com champanhe. Vamos ver quanto tempo mais vai durar essa brincadeira sem sal.

Coincidência, ontem mesmo o Laz, amigo cartunista desta e de outras épocas, me mandou uma história que fizemos, ele escrevendo e eu desenhando, ainda em meados do século passado.

A história não tem muito pé nem cabeça, mas se analisada sob um olhar arqueológico, tem lá o seu valor. Eis a primeira página (dei uma limpadinha nela para não queimar demais o filme).



quarta-feira, 21 de abril de 2010

Surto

"Surto" é o nome da primeira história em quadrinhos que publiquei na vida. Aconteceu em 1996. Saiu no encarte Inserto, da Graffiti n. 2.

É uma HQ de três páginas, suja, tosca, insegura e irregular.

Mesmo assim, eu gosto dela. E, pensando bem, não é que eu tenha melhorado muito de lá para cá.


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terça-feira, 3 de março de 2009

três terços

ao alcançar os 75 anos, um Homem pode ser visto sob três ângulos diversos:

a) ele é classificado como um sábio, e tudo o que diz é reverenciado. mesmo seus lapsos de memória e falhas de raciocínio serão encarados parcimoniosamente.

b) ele é considerado idiota, com uma mente já gasta e incapaz de produzir algo de positivo para o resto dos homens. nesta hipótese, e se ele tiver sorte e boa condição financeira, seu destino pode ser um asilo, sob cuidados de profissionais bem-treinados. caso contrário, ele poderá ir para a rua pedir esmolas.

c) ele é simplesmente ignorado por aqueles que o cercam, e será, assim, condenado ao mais cruel dos exílios: o da indiferença.